Por mais que nos anos 1960 tenham iniciado quebras de tabus graças às diversas manifestações culturais que questionaram os padrões impostos pela sociedade da época, a questão da homossexualidade continua sendo um mistério para muitos.
Na Grécia Antiga, a relação homossexual entre um homem mais velho e um adolescente era cultural. Nessa relação entre homem maduro e homem em formação, o mais novo iniciava-se moral e afetivamente com o outro.
Com o passar do tempo, houveram inversões de valores e a prática que antes era comum passa a ser tratada como doença, como explica a professora de Sociologia especializada em gênero da Pontifícia Universidade Católica, Carla Garcia.
“A homossexualidade é dada como patologia pela sociedade judaico-cristã contemporânea e basicamente pelo século 19. Ele não só patologiza como criminaliza a homossexualidade. E a masculina, em particular, não a feminina. A homossexualidade feminina é pouco legislada e pouco patológica em termos culturais na medida em que as mulheres são objetos de desejo e não sujeitas de desejo.”
Atualmente, há estudos científicos que buscam explicar a homossexualidade como uma determinação biológica. A Teoria do Imprint Cerebral é um desses estudos. Ela diz que a homossexualidade masculina é determinada ainda na fase fetal. Os fetos masculinos que não recebem um estímulo específico, denominado imprint cerebral, se tornariam homossexuais.
Para Carla Garcia, a expressão da sexualidade está relacionada à vontade do indivíduo. “Eu não acredito que haja nada de seja natural sem a interferência da cultura no humano, na medida em que o humano está sempre vinculado a uma cultura”, afirma a socióloga.
Na Grécia Antiga, a relação homossexual entre um homem mais velho e um adolescente era cultural. Nessa relação entre homem maduro e homem em formação, o mais novo iniciava-se moral e afetivamente com o outro.
Com o passar do tempo, houveram inversões de valores e a prática que antes era comum passa a ser tratada como doença, como explica a professora de Sociologia especializada em gênero da Pontifícia Universidade Católica, Carla Garcia.
“A homossexualidade é dada como patologia pela sociedade judaico-cristã contemporânea e basicamente pelo século 19. Ele não só patologiza como criminaliza a homossexualidade. E a masculina, em particular, não a feminina. A homossexualidade feminina é pouco legislada e pouco patológica em termos culturais na medida em que as mulheres são objetos de desejo e não sujeitas de desejo.”
Atualmente, há estudos científicos que buscam explicar a homossexualidade como uma determinação biológica. A Teoria do Imprint Cerebral é um desses estudos. Ela diz que a homossexualidade masculina é determinada ainda na fase fetal. Os fetos masculinos que não recebem um estímulo específico, denominado imprint cerebral, se tornariam homossexuais.
Para Carla Garcia, a expressão da sexualidade está relacionada à vontade do indivíduo. “Eu não acredito que haja nada de seja natural sem a interferência da cultura no humano, na medida em que o humano está sempre vinculado a uma cultura”, afirma a socióloga.
Fico impressionado que em pleno século XXI, ainda temos que ficar em determinados lugares dentro do "armário", essa dificuldades contribuem para que os homossexuais se escondam nos guetos, falta mesmo politicas publicas voltada para esse setor, e uma menor interferencia da area conservadora e quiça da igreja,Viva a diversidade! Não a homofobia!!
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